[sábado, dezembro 29, 2007]
Ele não conseguia dormir, algo o fazia perder o ponto fazia desistir, era a inquietude o desespero, sentia-se livre, como sempre se sentiu, mas sabia, que no fundo perdera seus amigos e estava sozinho, nada mais podia fazer além de lembrar pela eternidade, sabia que a cada dia as lembranças iam ficando mais desbotadas e em fim, iam se apagando, levando-se para longe de tudo, haviam dias tristes, os contatos humanos já eram escassos.
Escutava pouco sua própria voz, falava sem perceber, seus planos eram outros suas escolhas já sem sentido se perdiam. Inerte sem vontade e sem razão, há dias que somente queira poder voltar, mesmo sabendo que não se podia….
Estava triste sim, aquela tristeza que se estende sobre a felicidade, ele podia viver sua vida inteira assim, mas não deu nem o primeiro passo, estava com medo de não atingir aquelas metas que nem mesmo sabia se eram suas. As horas corriam levavam para longe sua pobre e sem esperança, sua maldita vida, ele chorava sem esquecer, sem jamais esquecer, que tocou a felicidade… chegou tão perto… mas não a tem mais somente pra si.
Ele fez seus caminhos escolheu escolher, desenhou seu rascunho, esqueceu dos sorrisos e das nuvens, torto , no preto e branco do passado ele vive as mesmas mentiras…
- Sabe estou em um daqueles dias em que as lembranças vem te entristecer, sei la... acho que perdi meus amigos... e tocar a vida aqui é mais por orgulho puro que gostar, é mais poder provar que viver, é muito mais não desistir de promessas feitas no passado, só que os motivos pelos quais essas promessas foram construidas hoje não existem mais e agora, eu por algum motivo, ou nenhum, continuo sempre e sempre a não deixar de cumpri-las, mas na verdade somente queria poder , talvez, voltar, mas não posso... disso eu sei... não tenho mais um lugar ai, não tenho mais uma casa, minha vida está entre o ponto que começou e onde ela quer chegar, o meio, inerte e simplesmente eu não sei continuar e nem posso voltar, o que posso fazer ? ah! tão facil pensar quando não está a ver o mundo pelo meus olhos...
postado por Hermes Pimentel às 11:41 PM --
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[sexta-feira, agosto 10, 2007]
Quando abri a porta me dei por conta, onde estou ? que quarto é esse que estou a entrar - olhei ao redor, tudo em seu lugar, cada coisa perfeitamente colocada - ele estranhou, era como se conhecia o lugar, mas na verdade sentia nunca ter estado ali, mas sabia se portar, conseguia achar o que queria. Ele entrou, ao abrir a porta derrubou todo os seus sonhos, que se espalharam pelo chão, não se deu o trabalho de junta-los, apenas sorriu, acendeu um cigarro e se perdeu, conseguiu acender alguma luz algo que iluminasse ao seu redor, inutil sabia, pois que lugar era aquele? Ele entrou olhou os cacos no chão.... Saia daí, pensava, volte vc não quer mesmo viver... Ao entrar não percebeu, passou sem notar, mas sim podia acreditar, eram suas, aquelas lembranças, ele não sabia o que iria encontrar, simplesmente abriu aquelas gavetas, havia muita poeira ali, das caixas ele foi tirando um pesadelo após o outro, ele notava porém que eles pareciam ter sido cuidadosamente guardados, era estranho ele sabia, mas mesmo assim se arriscou. Lá no fim havia uma cadeira, em um canto, era uma cadeira velha a muito tempo ninguém devia sentar se ali, caminhou até a lá, mas suas pernas estavam pesadas, cada passo que dava o peso em suas costas aumentava, ele estava ficando cansado – o que esta acontecendo? Por que estou ficando sem ar… preciso me sentar… Continuou, seu corpo não obedecia, suas mãos suavam, e agora tudo girava, a garganta ficou seca sua boca estava amarga, sentiu um intenso frio, ela estava tão perto, apenas mais alguns passos pensava, parecia que não ia conseguir algo estava o segurando, esta o sugando, não conseguia controlar, tudo estava girando, suas pernas começaram a tremer, não conseguia mais respirar direito, de súbito foi ao chão. De joelhos tremendo, com frio e confuso ele reparou a sua frente, ela estava a fita-lo olhava fixo em seus olhos, movia seus lábios, mas ele não conseguia escutar nada, as imagens começaram a se misturar, o chão velho, parecia se abrir, tentava lhe engolir, - tenho que me levantar, devo fugir – pensou, com muito esforço se pôs em pé, não controlava mais sua mente; - estou ficando louco? Olhou ao redor, o quarto não era mais o mesmo, olhou em seus pés, havia uma corrente, estava terrivelmente assustado, não podia fugir, a cadeira estava cada vez mais distante, mas ela, aquela mulher ainda estava ali, vinha em sua direção lentamente, parecia flutuar, ele sentia quanto mais próximo ela chegava, mais ele parecia estar se indo à dentro de si; - é chegada a hora; ela agora o fitava a alguns centímetros de sua boca, quando foi gritar, sua voz cessou, nem um gemido foi escutado, ela o segurou por traz de sua nuca, ele sentia o sangue escorrer, beijou lentamente seus lábios, agora ele entendia, o quarto, as luzes, as caixas os pesadelos, agora fazia sentido, tudo estava tão claro, como não havia conseguido entender , - então tudo acabou é o fim? O silencio tomou o quarto, pesado e denso, já não conseguia mais se sentir, a vida estava indo embora de seu corpo lentamente, ela o largou, novamente ao chão ele a olhou, viu as suas asas, ela mostrou seu rosto, abaixou-se junto a ele e disse: - escuta o silencio, toca o frio, e deita-te o dia a de nascer quando todo o mal morrer, não procure entender… - relaxe a dor vai passar logo, logo… Lentamente adormeceu…
Levantou-se rapidamente, estava gelado, suando, estava pálido, ainda tremia, - foi um pesadelo, apenas isso, foi um pesadelo… saiu de sua cama e caminhou ate sua cómoda, arrastou se pelo corredor, algo havia mudado, ele não conseguia ver, mas estava diferente, caminhava pelo corredor, ele não acabava mais, as luzes começaram a se acender, hora se apagar, começava novamente a sentir, estava agora escorando-se em uma parede, olhava o fim do corredor, que se arrastava infinitamente, caminhou horas e horas, cada vez estava ficando mais escuro, ele não via um fim, em algum momento, ele não sabe explicar, tudo sumiu, ele se deu por conta, estava dentro de sua mente, estava perdido dentro de si, seu corpo deixou de existir, ele estava livre, conseguia voar, flutuava, pairava entre seus sonhos, via seus pesadelos passarem por ele, tocava suas lembranças, estava confortável ali, nada o atormentava, estava livre de seus medos, a morte lhe parecia tão agradável pensava, devia ter morrido a muito tempo… - eu estou morto ? indagava-se, não sabia - não será outro sonho ? não será outro pesadelo? Tudo começou a ficar embaçado, não conseguia mais entender, ele estava dentro de si mesmo? Como chegou até ali? Olhou assustado, lá estava ela novamente, olhando fixo, como se fosse atraído, foi em sua direção, ela o tocou, pegou em sua mão e disse – Sua casa é onde moram os teus sonhos, teus sonhos estão onde você os procura, você os procura onde quer, e eles estão dentro de você mesmo…
postado por Hermes Pimentel às 1:23 AM --
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[quarta-feira, julho 25, 2007]
Eele entrou seco e friu, disse as verdades que estavam engasgadas em sua garganta, arrancou seus medos de seu peito, e os segurou tão forte, podia se ver em seus olhos aquele velho sentimento que teimava sempre em tentar esquecer, do que adiantava, se perguntava sempre, e sentanto no velho banco de madeira, a sombra de sua propria solidão, ele reparava no dia nublado e sem coragem pra se levantar ele não fazia nada, já estava acostumado ao vazio que o sercava, do se preocupar sem saber, do imaginar sem tocar, ele se deixa outra vez nos mesmos sonhos se perder e acaba por acabar sem nem se quer poder enteder, hoje ele ainda esta lá, sentando esperando pelo sol que não quer aparecer, hj ele ainda está lá sem saber, talvez, sem querer acreditar que dessa vez ela tenha ido de vez, abaixa seus olhos e caminha sem rumo pra dentro de si, precisava de uma palavra apenas, de uma dia a mais, de uma chance quem sabe, ele não sabe, nem você sabe, hoje ele continua ali, esperando, promete a si mesmo que dessa vez ele não vai mais chorar, antes de pensar sua face molhada já sente a sua ausencia, já consegue tocar o seu abandono, já consegue beber de seus medos, hoje ele ainda esta lá esperando, mas se continuar por muito tempo esperando, ele sabe, sabe que vai se tornar uma pedra que não vai mais se mover, que sempre ficara ali apenas esperando, ele esta a um passo de sua vida, mas ele só quer voltar...
postado por Hermes Pimentel às 11:36 PM --
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[terça-feira, junho 19, 2007]
estranho seria não deixar de te olhar dentro de mim,
estranho seria não deixar de te esquecer no meu passado sem vc,
estranho seria não entender oque posso fazer...
estranho seria deixar de pensar e quem sabe....
deixar os ventos dos olhares...
os toques dos sorrisos... os beijos da saudade...
e as grades da verdade....
nos levarem...
queria estar contigo...
e nos seus sonhos me perder...
queria estar contigo pra mais uma vez...
deixar de existir em mim...
e plenamente viver em vc... queria poder te levar e te dizer...
queria poder calar...
mas n sei mais mentir...
a caixa vazia da vida imunda...
que se enche de sorrisos....
feitos de lembranças que não se calam...
de momentos que n se apagam...
postado por Hermes Pimentel às 12:24 AM --
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[sexta-feira, maio 25, 2007]
somos gatos sorrateiros q arranham a vida na beira da lua
tem dias q as palavras se ditam sozinhas em linhas q n podemos ver... nem tocar apenas medir
eu apenas tento dançar nas linhas da sua imaginação eu apenas tento tocar frases incompletas
e beijar os lábios loucos de sonhos maus q n dizem nada alem de adeus eu apenas tento viver sem sentir e nas esquinas te trair eu apenas tento me perder em dias sem lua em noites sem sol, eu apenas tento me vender e ter algum valor, eu sempre perco o chão sem nunca tocar o céu
sempre te quero tão perto q n a tenho sempre te afasto pra tão longe q n me vejo, pairo entre as sombras , grito nos cantos frios nos becos sem vida nas flores mortas no meu jardim, eu me levanto sem cair invento dias de calma noites de chuva, eu paro sem tentar e acredito sem medir, nem mentir...
eu me abaixo e tento encher minhas mão de sonhos q escorrem entre meus dedos, eu caio torto e sem sentido , entre flores e vestidos entre um bar e outro eu bebo minha raiva e vomito teu desprezo e deixo de acreditar sem nunca ter tentado ficar, eu sei q te deixo partir te deixo morrer dentro de mim
a cocaína vestida de mentiras lúcidas acordam pra realidade sem luz a cocaína sem fim q se espalha seca sobre a mesa, deixa matar deixa morrer o q n nasce mais oq n quer mais viver
nasce de mim e morre no tempo q n dura q n te faz lembrar e nem quer esquecer, nasce das vidas q viveram , dos risos q n sorriram dos olhos q n choraram das lagrimas q caíram...
da luz escura atrás do corredor do cigarro q morre lentamente das vidas q se seguem de repente dos cortes q n se fecham, atrás das cicatrizes a mais q marcas ha mais q dor e lembranças ainda resta algo mais um minuto a menos uma mentira...
uma mentira.... eu sou mais q o infinito... eu tenho um fim... eu sou mais q um olhar... eu ainda consigo sentir...
- entre feche a porta, deixe o frio entrar, ele atravessa corta e mata, ele alivia, cicatriza e salva...
-entre feche a porta deixe a dor sair, ela chora mente e da forças, ela canta e dança dentro de mim...
-entre feche a porta n deixe o mundo me ver... n deixe ele me tocar... me seduzir me atirar n deixe ele vir aki me satisfazer, n me deixe mais beber do ódio q n sei mais evitar,n me deixe...
fique aki segure minha mão e me faça voar, mas n deixe, n deixe ele entrar...
postado por Hermes Pimentel às 2:48 AM --
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[sexta-feira, maio 04, 2007]
simplesmente esquecemos o passado e começamos a caminhar sem nem mesmo imaginar que destino vamos pegar dessa vez...
como se viajassemos a cada novo passo a cada nova parada...
as vezes esquecemos bagagens e coraçoes encontramos sorrisos que n devolvemos e atiramos olhares em vão, eh tão facil olhar pra traz e chorar mas enquanto tentamos apenas encotrar outra mão e quem sabe poder levantar...
eh inutil tentar trazer pra perto oq vc mesmo afastou...
e quando podemos tocar a maldade e beijar seus doces labios envenenados e voltamos a sentir seus castigos e nossas dores que insistimos em carregar e leva-las sempre a qualquer lugar em que vamos...
nos castigamos por pecados que n cometemos subimos em forcas que nos mesmos construimos destruimos a bondade e acabamos de novo no chão...
la de baixo eh tão facil ver onde foi que erramos, em que esquina nos perdemos em q espinhos nos cortamos, remechendo sempre em cinzas tentamos reviver nossos sonhos jah sem forças pra existir jah sem cores...
e o preto e branco de um futuro sem esperança nos pousa tranquilo em barcos que navegamos sempre com ventos que sopram os mesmos pesadelos, e o medo esfarrapado e jah cançado ainda tem forças pra nos impedir de acreditar...
mas sempre resta um sonho a mais que n se deixou cegar q ainda vive entre lagrimas entre sorrisos falsos que ainda quer nascer entre muros que tapam o sol , q n deixam a bondade chegar e regar...
esses mesmos sonhos construidos em cima de promessas nunca compridas, sempre esquecidas e apagadas como pegadas em cima da areia, olhamos pra traz e vimos que o tempo jah consumiu quase todu, quase todos os caminhos por onde jah fomos, sem passado , sem futuro esperando um presente ainda choro lagrimas q n sei explicar ainda deixo sangrar cortes q n fiz, ainda espero buscar aquilo que n alcanço mais e as vzs deixo cair, oq n posso mais carregar, n quero viver as vidas que me deram...
mas ainda assim qnd vc olha pro lado sente-se bem , ela ainda esta ali parada e imovel, o tempo n a matou o tempo n a deixou ir o tempo me quiz ver sofrer... queima teu desprezo na fogueira de teus atos, queima tua fortuna de mentiras...
quebra teus sonhos como pratos, inveja as almas q ainda sabem voar...
senta e espera a morte logo vem te buscar...
poemas poesias pensamentos feitos de ventos, de lagrimas de dor de tormento de angustia, aqueles belos olhos n sabem mais brilhar ja n tem mais força pra acreditar, sabem q n se pode ir além sabem que n devemos nem tentar, chega de sofrer, caldos, eles esperam gritar esperam...
a dor espera assim o friu vir buscar o calor que ainda insiste em queimar suas unicas chances...
senta e espera...
sempre há mais dor que carinho sempre há mais maldade dentro de qualquer um, vc luta em vão batalhas que sabe que n vai ganhar vc tenta, acredita que vai ser mais facil levantar agora... deixa sangrar deixe gritar deixe morrer, espere o pecado cm praser, espere uma chance pra viver, vida essa ave q n sabe voar baixo, q n sabe nos esperar que se vai sem nem mesmo nos avisar...
queria poder voar e em outros olhos me esconder queria encontrar uma outra chance e ter um porque pra lutar pra continuar a sofrer...
postado por Hermes Pimentel às 3:07 PM --
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[segunda-feira, abril 30, 2007]
estranho sereno caminhando entre os espinhos
estranha manhan retocada de pesadelos
estranha vida que sempre me pergunta oq eu quero
estranhos braços conhecidos que me acolhem
estranhos olhos que me trazem perdão
estranhos pecados que n cometi
estradas inteiras construidas
sem escapada estranhos n me deixam partir
estranha forma de amar q machuca sem acariciar
estranho sonho que n se deixa realizar
estranha conhecida,
estranho amor
estradas inteiras que sempre segui
como um estranho em minha propria vida
eu me perco sempre tentando correr atras
de algm q n saiba me julgar
estranha forma singular
estranhos impares que sempre são iguais
lagrimas escondidas as vzs engulidas
estranhas fabulas erguidas sobre mentiras
estranho medo que me afasta
estranho medo que nos destroi
e a estrada pro paraiso
estranho caminho
sem saida, sem volta sem querer
a gente viveu sem saber que na verdade
simplesmente deixamos acontecer
acontecemos... estranhas mentiras
as quais sempre caminhamos
acreditamos e lutamos
estranha guerra sem vencedores
sem soldados...
estranha morte sem corpo
estranho corpo sem vida
estranha esperança ruida
estradas estranhas
mentiras vencidas
ilusões contidas
estranha forma de amar
deixar morrer pra depois curar
deixar queimar pra depois cuidar
deixar partir apenas pra rezar
estranho crime sem pecado
estranho pecado sem fé
estranho amor sem estrada pra seguir
estranho sentimento que n se deixa fugir
estranho amor que n sei mais fingir
estranhos olhos q n me deixam menir
estranhos cortes que n querem sangrar
estranha vida n me deixa viver
estrada sem fim que n quero caminhar
estranho sonho q n deixo de acreditar.
postado por Hermes Pimentel às 4:50 PM --
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[quinta-feira, abril 26, 2007]
a chuva cai em versos belos, abraçados pela solidão...
a agua desce do ceu, como jah desceu de suas faces...
de seus olhos e tantas e tantos que guarda dentro de si...
o friu te envolve te seduz e te mata, como todos que te cercam...
o despreso te acorda, te tira dos pesadelos conhecidos dos sonhos construidos...
te faz respirar outra vez, e você sente o cheiro de seus medos...
vc sente seu proprio cheiro...
o vento te desenha triste,cançado calado e sofrido...
a tua voz canta em seus olhos versos tristes jamais escritos....
tentado trazer pra perto oque vc sempre afasta...
oque te afastou, oq vc n concegue e nem tenta esquecer, vc n conceguiria voltar...
e tão pouco consegue seguir... e tão pouco vc concegue lutar...
e sem um lugar pra se estar vc se ve diante do que a destroi...
vc se ve diante de si mesma e tenta correr tenta fugir sem saber...
que do que vc corre que tudo e todos de quem foge estão ai...
dentro de vc... te matando dia a dia...
estão perto de mais... estem a mão e te levantam qundo cai...
profanam seu corpo e destroem sua alma, te acolhem, te dão de comer...
te cortam e a fazem sangrar te machucam fazem vc sentir dor...
a acolhem e a esquentam...
e o seu caminho torto... e a sua vida sem cor sem gosto continua...
calada incipida, incolor e inconcequente vc continua...
bebendo dos mesmos copos, cortando as mesmas feridas...
amargando as mesmas dores...
vc n vive... vc n passa de retratos de lapsos vc n passa...
não chega nem tenta... a muito ja deixou de ser vc...
vc n sabe oq eh nem oq se tornou...
postado por Hermes Pimentel às 4:46 PM --
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[sexta-feira, abril 06, 2007]
vc me ensinou a a viver sempre calado, inconciente e perdido, vc me ensinou a sentir raiva a odiar a ter medo, ensinou-me a cantar versos tristes a beijar o chão imundo da minha honra, me ensinou a desenhar um caminho sem fim a desenhar um motivo qualquer, me ensinou a ir mais longe tão longe que nunca soube voltar, me ensinou a esquecer quem sempre lembrou de mim , me ensinou a continuar sempre parado, sem direção, vc me ensinou a ser vazio e a chorar me ensinou que um dia tudo acaba que um dia tudo tem o seu fim e que nem sempre quem parte eh que deixou o outro, me ensinou a trair a dizer adeus me ensinou a desejar dias bons que n passam de desejos, me ensinou a sempre ser questionado a ser duvidado e a nunca ter razão,me ensinou a devorar meus sonhos me ensinou estando ao meu lado que sempre estive sozinho me ensinou a roubar sorrisos e nunca devolvelos me ensinou a temer e nunca reagir ensinou-me a desejar a querer oq n posso, me ensinou que a unica compania que tenho são os pesadelos que não passam de ilusão, me ensinou a nunca olhar pra traz quando na verdade nunca quiz partir, me ensinou a voltar, pra ninguem, me ensinou a não ver, a abaixar a cabeça e acatar a deixar de ter dignidade me ensinou que n preciso, me ensinou a mentir enganar e a sangrar, me ensinou a julgar a me precipitar a errar, me ensinou que não posso voar e que sonhar n faz bem,me ensinou a viver em calçadas escuras a sempre ser o ultimo e a nunca tentar a nem mesmo querer pois vc mesmo me disse que não vou conceguir. vc me ensinou a ser oque realmente nunca fui, vc me ensinou a amar sem ser amado.
postado por Hermes Pimentel às 9:09 PM --
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[sábado, fevereiro 24, 2007]
quando loucos pensamos em sumir pra n dizer adeus, pra n ver o muro q nos separa,
tentamos buscar a ilusão de estarmos juntos por tempo suficiente, acreditamos em palavras ditas cm o coração e sofremos cm os cortes feitos por facas, em nossas mentes vivemos sem entender porque eh difícil viver sozinho quando na verdade nunca temos ngm, qnd apenas nos entregamos a uma vida futil e sem sentido onde n ter expectativas eh ter coisas de mais pra fazer, onde tentar amar eh a propria dor.
ouço vc nos meus sonhos vejo vc nos meus olhos, procuro vc em mim mesmo
axo apenas q estou escutando minhas dores, cm pouca chance de acertar eu procuro cometer mais erros, aprender a perder já é ganhar, sei q n sou simples nem sou certo como n posso controlar você n posso nem controlar a mim mesmo, sei que eh simples dizer coisas q são boas de escutar quando na verdade n deveríamos mentir...
" tentando fugir eu me escondo dentro de mim,
me perco na solidão dos meus próprios pensamentos,
das vezes q escondi uma lagrima de mim mesmo
e todos fingiram não ver,quando apenas tentava lembrar
das coisas boas que não machucam mais, das palavras ditas
para te fazer esquecer do q vc n quer mais lembrar, do que vc
não consegue esquecer e nem mesmo tenta...
e quando apenas a dor alivia e te faz esquecer por um minuto
que n ha mais tempo, quando ser suficiente n eh ser o bastante
quando estamos longe o bastante pra saber a verdade sobre nós,
quando estamos longe o bastante pra entender que não se pode voltar,
quando deixamos pra trás coisas boas q machucam tanto quanto as ruins,
só queria poder voltar...
esquecendo de mim eu me liberto das asas do teu desprezo, eu me liberto da dor de ser o ultimo entre as poucas escolhas, deixo a raiva gritar e abafar a minha própria dor, deixei um pedaço de mim quando te conheci, e agora n posso mais viver sem ele... "
o medo de n ter controle e a verdade de n poder mentir quando apenas vivemos sem ter um motivo e acreditamos nas mentiras q contamos pra nos mesmos, quando vimos o medo chegar sem pedir licença e nos assustar sem nem mesmo saber quando ele vai embora nem quando vai voltar....
tentando mudar eu errei em saber que estava certo, quando menti pra mim eu estava mentido pra você, eu me coloquei na frente de tudo quando n vivia mais pra mim mesmo quando apenas via a vida passar sem ter como imaginar que era bom estar vivo, hj sei q posso estar perto de mais das coisas erradas, gosto de ver como me comporto quando n tenho o controle , preciso de um pouco de mim mesmo, preciso entender quanto tempo perco sem nem mesmo viver....
postado por Hermes Pimentel às 2:36 AM --
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[sexta-feira, fevereiro 16, 2007]
sem ponto final sem ter explicação
aqueles muros q nos semparam
aquelas vezes q pensei q podiamos ir mais longe
chegamos ate aqui sem querer
entendemos q fomos mais longe q se podia imaginar
mas pra que voltar agora se n ha mais volta
deliramos e esquecemos
sentimos raiva e nos cortamos
e cortamos nossos proprios coraçoes
cortamos a metade q era nos
a metade do q eu disse...
soziho quando eu choro escondo minhas lagrimas
para q eu mesmo n veja q fraco eu sou
pra q n tentem me dizer
pra q eu n tenha q escutar
com um soriso eu devolvo
palavras boas q machucam mais
q aquelas q n saum ditas
q saum lembradas qnd estamos assim
escondendo de nos mesmos
aquilo q n entendemos
mesmo tentando contar pra voce...
quando so o silencio faz voce lembrar
quando nem as palavras conceguem te fazer esquecer
postado por Hermes Pimentel às 3:10 AM --
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